Então, eu vi o filme "Alice no País das Maravilhas". Nada mal. Alguns personagens eram do País do Espelho, ninguém percebeu, problema nenhum. Efeitos legais, e aquele tamanho de cabeça da Rainha de Copas?...muito bom!
Filmes baseados em livros clássicos sempre tem muita gente dizendo que deveria ser mais assim ou assado, só lembrando que o nome original do filme (e não do livro) é Tim Burton's Alice in Wonderland, ou seja, o cara deixou claro que a versão é dele e quem quiser faz a sua.
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terça-feira, 29 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
na Pérsia
Desnecessário tanta crítica para um filme Disney!!
no jogo, quando você enjoa salva, desliga e se quiser joga de novo.
no filme, você começa assistir, se não gostou sai da sala, mas se ficar vai ver um filme disney, todo computadorizado, com o Jake Gyllenhaal (e daí se ele não parece um persa... eu nem sei como seria um persa daquela época, aliás em nenhum momento não se diz de onde ele veio, vai que os pais deles eram britânicos e morreram na Pérsia). Tem sua falhas, o problema maior foi fazerem uma fantasia infantil e não para adultos, os maiores fãs do game e mais exigentes.
Mas vai dizer que você não queria ter uma adaga daquelas?
no jogo, quando você enjoa salva, desliga e se quiser joga de novo.
no filme, você começa assistir, se não gostou sai da sala, mas se ficar vai ver um filme disney, todo computadorizado, com o Jake Gyllenhaal (e daí se ele não parece um persa... eu nem sei como seria um persa daquela época, aliás em nenhum momento não se diz de onde ele veio, vai que os pais deles eram britânicos e morreram na Pérsia). Tem sua falhas, o problema maior foi fazerem uma fantasia infantil e não para adultos, os maiores fãs do game e mais exigentes.
Mas vai dizer que você não queria ter uma adaga daquelas?
quarta-feira, 31 de março de 2010
humor na Palestina
Com tantas notícias sobre atentados, explosões e essas coisas, eu pensava que a turma ali do Oriente Médio e adjacências só vivia em clima de pessimismo e não tinha nem um tempinho para o riso. Puro engano. Assisti um filme chamado "O que resta do tempo" (The Time that Remains), e é de um humor fino e ironia de primeira. Dirigido, escrito e atuado (personagem principal) por Elia Suleiman. Mesmo sem a referência necessária para compreender a piada em sua totalidade, o sarcasmo ajuda a compreender um pouco quem é o árabe, o judeu, e nós, que não sabemos de nada.
Entendi que nós, a turma do Ocidente, é que vivemos num mundinho. Vazio.
Lembrei de um comentário que ouvi de um israelense em férias, em pleno carnaval carioca, numa pausa do reggae que tocava no violão, disse: "Vocês perguntaram se eu participo da guerra, se uso arma... sim. Mas vocês não entenderiam..."
terça-feira, 13 de outubro de 2009
E esse filme "UP - nas alturas"...

Já teceram muitos elogios à ele, e é isso mesmo. Há muito um filme não me emocionava. E um desenho conseguiu.
Uma historinha simples, mas num roteiro muito bem feito. Produção e trilha sonora idem.
Um vendedor de balões que aos 78 anos resolve cumprir uma promessa que prometeu à sua esposa. O terreno de sua casa é o único que ainda não foi vendido a uma empreiteira que pretende construir ali edifícios. Um incidente faz com que queiram levar Carl Fredricksen para um asilo, é aí que ele arrisca encher todos os seus balões e ir atrás de um antigo sonho. JUnto com ele segue Russell, de 8 anos, o menino que faz Sr Fredricksen perceber que quando envelhecemos nos tornamos mais sensíveis às pequenas coisas, as que realmente importam.
Vale a pena.
Título original: Up
Gênero: comédia (animação)
Ano de Lançamento: 2009
Direção: Pete Docter
Produção: Disney-Pixar
Roteiro: Bob Peterson
Música: Michael Giacchino
Direção de Arte: Ralph Eggleston
Vozes: Edward Asner/ Chico Anysio, na versão brasileira.
Jordan Nagai
Uma historinha simples, mas num roteiro muito bem feito. Produção e trilha sonora idem.
Um vendedor de balões que aos 78 anos resolve cumprir uma promessa que prometeu à sua esposa. O terreno de sua casa é o único que ainda não foi vendido a uma empreiteira que pretende construir ali edifícios. Um incidente faz com que queiram levar Carl Fredricksen para um asilo, é aí que ele arrisca encher todos os seus balões e ir atrás de um antigo sonho. JUnto com ele segue Russell, de 8 anos, o menino que faz Sr Fredricksen perceber que quando envelhecemos nos tornamos mais sensíveis às pequenas coisas, as que realmente importam.
Vale a pena.
Título original: Up
Gênero: comédia (animação)
Ano de Lançamento: 2009
Direção: Pete Docter
Produção: Disney-Pixar
Roteiro: Bob Peterson
Música: Michael Giacchino
Direção de Arte: Ralph Eggleston
Vozes: Edward Asner/ Chico Anysio, na versão brasileira.
Jordan Nagai
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Filme "O Pecado Mora ao Lado"

Um filme com muitas falas boas.
Veja esta:
Marlyn: "Acho elegante ter imaginação. Eu tenho outras coisas, mas não tenho imaginação..."
Um diálogo simplório, mas com uma piada genial:
Cena: Marlyn Monroe na casa do vizinho casado e atordoado Sherman (Tom Ewell), comendo batatas e bebendo champange, no chão do apartamento. Sherman coloca o disco para tocar "Piano Concerto #2", de Rackmaninoff:
- Gosta?
- Não conheço nada de música...
- Acho que você é o tipo de garota que gosta de Rackmaninoff.
- Isso é o que chamam de música clássica?
- (afirma com a cabeça).
- Imaginei! Não tem nínguém cantando...
GÊNIO!!!
O filme é de 1955 mas esta fala se aplica à questão musical de hoje, é tão atual quanto o batom vermelho de Marlyn.
Outras cenas: os delírio do Sr Sherman; a cena clássica da brisa do mêtro subindo pelo vestido, que segundo o Sr Sherman refresca o calcanhar (toda publicidade do filme, e da careira de Marlyn foi feita dessa rápida sequência).
Título Original: The Seven Year Itch (o comichão de sete anos uhauahuaa)
Gênero: Comédia
Direção: Billy Wilder
Roteiro: Billy Wilder/ George Axelrod
Marilyn Monroe... a vizinha
Tom Ewell...Richard Sherman
Evelyn Keyes...Helen Sherman
Veja esta:
Marlyn: "Acho elegante ter imaginação. Eu tenho outras coisas, mas não tenho imaginação..."
Um diálogo simplório, mas com uma piada genial:
Cena: Marlyn Monroe na casa do vizinho casado e atordoado Sherman (Tom Ewell), comendo batatas e bebendo champange, no chão do apartamento. Sherman coloca o disco para tocar "Piano Concerto #2", de Rackmaninoff:
- Gosta?
- Não conheço nada de música...
- Acho que você é o tipo de garota que gosta de Rackmaninoff.
- Isso é o que chamam de música clássica?
- (afirma com a cabeça).
- Imaginei! Não tem nínguém cantando...
GÊNIO!!!
O filme é de 1955 mas esta fala se aplica à questão musical de hoje, é tão atual quanto o batom vermelho de Marlyn.
Outras cenas: os delírio do Sr Sherman; a cena clássica da brisa do mêtro subindo pelo vestido, que segundo o Sr Sherman refresca o calcanhar (toda publicidade do filme, e da careira de Marlyn foi feita dessa rápida sequência).
Título Original: The Seven Year Itch (o comichão de sete anos uhauahuaa)
Gênero: Comédia
Direção: Billy Wilder
Roteiro: Billy Wilder/ George Axelrod
Marilyn Monroe... a vizinha
Tom Ewell...Richard Sherman
Evelyn Keyes...Helen Sherman
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Inimigos Púbicos, o filme (2009)
Muitos tiros.
Muitos tiras.
Muitos bandidos. Bandidos não, gângsters.
Baseado na biografia do ladrão de bancos que se tornou inimigo público número um declarado dos EUA. Em Chicago, EUA, período pós-queda da bolsa norte-americana, John Dellinger e seus companheiros planejam grandes assaltos a bancos. John se apaixona por Billie, uma guardadora de casacos. Para manter o alto padrão de vida conquistado rapidamente é necessário arranjar serviços rápidos de grande recompensa, acompanhados de suas Tommy Guns. Daí pra frente corrupção, roubo, amor, amizade.
O que eles queriam era o dinheiro do Estado, John Dillinger tinha príncipios, respeitava seu público. Até jornalista respeitava o rapaz. Dillinger se sentia como um personagem de filme, assisitindo "Manhattan Melodrama" no cinema se identifica com o personagem de Clark Gable, John possuia essa aura de astro. E nós o admiramos como ele admirava Blackie na tela.
Mulher de bandido ou se torna uma ou espera por ele. A história de Billie foi curta.
Para pegar um gângster pense como ele. Mas qualquer coisa procura no Brasil, porque eles pensam em vir pra cá também. A polícia investiu, cercou e se tornou o FBI, os gânsters procuraram negócios mais rentáveis, dos grandes assaltos aos jogos, bebidas e cocaína -
lembra dos Corleone, Tataglias, Al Capone...
Certos ou errados, ao menos os gangster ouviam muita música boa. A trilha sonora é imperdível.
Frase do filme (1): (Dellinger para Bilie no restaurante quando ela diz que ele está muito apressado ao querer sair com ela): "Você também seria se estivesse olhando o mesmo que eu agora."
Frase do filme (2): (no filme que Dellinger assiste no cinema, Clark Gable na pele do bandido Blakie): "Morra como viveu. Subitamente."
Drama policial / EUA / 2009
Título Original: Public Enemies
Direção: Michael Mann
Elenco: (Jonh Dillinger) Johnny Depp [I like this guy!]
(Melvin Purvis) Christian Bale
(Billie Frechette) Marion Cotillard
(Stephen Graham) Baby Face Nelson
(Channing Tatum) Pretty Boy Floyd
Muitos tiras.
Muitos bandidos. Bandidos não, gângsters.
Baseado na biografia do ladrão de bancos que se tornou inimigo público número um declarado dos EUA. Em Chicago, EUA, período pós-queda da bolsa norte-americana, John Dellinger e seus companheiros planejam grandes assaltos a bancos. John se apaixona por Billie, uma guardadora de casacos. Para manter o alto padrão de vida conquistado rapidamente é necessário arranjar serviços rápidos de grande recompensa, acompanhados de suas Tommy Guns. Daí pra frente corrupção, roubo, amor, amizade.
O que eles queriam era o dinheiro do Estado, John Dillinger tinha príncipios, respeitava seu público. Até jornalista respeitava o rapaz. Dillinger se sentia como um personagem de filme, assisitindo "Manhattan Melodrama" no cinema se identifica com o personagem de Clark Gable, John possuia essa aura de astro. E nós o admiramos como ele admirava Blackie na tela.
Mulher de bandido ou se torna uma ou espera por ele. A história de Billie foi curta.
Para pegar um gângster pense como ele. Mas qualquer coisa procura no Brasil, porque eles pensam em vir pra cá também. A polícia investiu, cercou e se tornou o FBI, os gânsters procuraram negócios mais rentáveis, dos grandes assaltos aos jogos, bebidas e cocaína -
lembra dos Corleone, Tataglias, Al Capone...
Certos ou errados, ao menos os gangster ouviam muita música boa. A trilha sonora é imperdível.
Frase do filme (1): (Dellinger para Bilie no restaurante quando ela diz que ele está muito apressado ao querer sair com ela): "Você também seria se estivesse olhando o mesmo que eu agora."
Frase do filme (2): (no filme que Dellinger assiste no cinema, Clark Gable na pele do bandido Blakie): "Morra como viveu. Subitamente."
Drama policial / EUA / 2009
Título Original: Public Enemies
Direção: Michael Mann
Elenco: (Jonh Dillinger) Johnny Depp [I like this guy!]
(Melvin Purvis) Christian Bale
(Billie Frechette) Marion Cotillard
(Stephen Graham) Baby Face Nelson
(Channing Tatum) Pretty Boy Floyd
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Bem-Vindo, o filme...
Incômodo.
Sobre um mal-estar social.
Sobre como nos acomodamos.
Sobre amizade.
O menino muçulmano (Bilal) que tenta atravessar o canal da mancha (+- 560 km) a nado, desperta o professor de natação frances (Simon) para o problema da clandestinidade, até então indiferente, e para sua falta de coragem na vida pessoal.
Diz-se que o filme abriu para um discussão sobre imigração na França.
Fala do filme: (Simon para sua ex-esposa) "Ele andou 400 quilômetros para
encontrar com ela e agora quer atravessar o Canal da Mancha. Quando você foi
embora nem a rua atravessei para trazer você de volta"
Drama/ francês /2009.
Título original: Welcome
Direção: Philippe Lioret
Elenco: (Simon) : Vicent Lindon (praticamente o Mel Gibson francês)
(Bilal) : Fyrat Ayverdi
(Marion): Audrey Dana
Sobre um mal-estar social.
Sobre como nos acomodamos.
Sobre amizade.
O menino muçulmano (Bilal) que tenta atravessar o canal da mancha (+- 560 km) a nado, desperta o professor de natação frances (Simon) para o problema da clandestinidade, até então indiferente, e para sua falta de coragem na vida pessoal.
Diz-se que o filme abriu para um discussão sobre imigração na França.
Fala do filme: (Simon para sua ex-esposa) "Ele andou 400 quilômetros para
encontrar com ela e agora quer atravessar o Canal da Mancha. Quando você foi
embora nem a rua atravessei para trazer você de volta"
Drama/ francês /2009.
Título original: Welcome
Direção: Philippe Lioret
Elenco: (Simon) : Vicent Lindon (praticamente o Mel Gibson francês)
(Bilal) : Fyrat Ayverdi
(Marion): Audrey Dana
